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Pesquisadores brasileiros criam gesso biodegradável com bagaço de cana, milho e beterrabaPesquisadores brasileiros criam gesso biodegradável com bagaço de cana, milho e beterraba

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Publicado em 21/01/2020, Por Ciclo Vivo

Um grupo de pesquisadores brasileiros desenvolveu um tipo de plástico termomoldável e biodegradável que pode ser uma alternativa viável para substituir o gesso tradicional na área da Ortopedia.

A partir do ácido poli láctico (PLA), um filamento composto por bagaço da cana-de-açúcar, milho e beterraba gera um gesso de design único, estiloso, que se adapta à anatomia do paciente.

Dentre suas vantagens, destaca-se a resistência e facilidade de higienização das órteses, que também são à prova d’água e não alergênicas. O design diferenciado dos gessos garante maior conforto e liberdade aos pacientes durante o processo de recuperação.

O produto é fabricado por uma empresa terceirizada chamada Fix It, que atua há dois anos no mercado de saúde e ortopedia brasileira.

“Todas as nossas soluções foram pensadas para substituir o gesso e as talas tradicionais. O objetivo é produzir imobilizadores para todas as articulações do corpo, levando uma solução acessível a todas as classes”, comenta Hebert Costa, cofundador e CPO da Fix it.

 

Gesso biodegradável permite novo modelo de negócios

Visando democratizar o mercado e facilitar o atendimento de pacientes de todas as regiões do país, a Fix It optou por expandir seu negócio via modelo de franquias.

Assim, ao invés de produzir os gessos em larga escala e com tamanhos genéricos (P, M, G), vendendo-os diretamente para clínicas e hospitais como era feito até então, agora a empresa oferece um serviço personalizado: as unidades franqueadas podem imprimir as órteses em suas impressoras 3D de acordo com as demandas e as medidas de cada paciente.

“Queremos levar nossas soluções para todos os cantos do Brasil com rapidez e eficiência. Mudamos nosso modelo de negócio para torná-lo mais acessível e fazer com que toda a cadeia de distribuição fosse mais sustentável, já que com a mudança na maneira de comercializar, reduzimos o transporte de produtos e o consumo de combustíveis fósseis consideravelmente”, explica Felipe Neves, cofundador e CEO da Fix it.