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Pesquisadores brasileiros desenvolvem membrana que recupera pele e ossosPesquisadores brasileiros desenvolvem membrana que recupera pele e ossos

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Publicado em 08/01/2020, Por Hypeness

O fomento à pesquisa científica é essencial para o progresso da sociedade e o aumento da qualidade de vida das pessoas. Em outras palavras, investir em ciência é a chave para o futuro da humanidade.

Recentemente, a Universidade Estadual de Londrina (UEL) desenvolveu uma membrana capaz de acelerar a regeneração da pele, ossos e cartilagem.

A novidade é fruto de uma pesquisa comandada pelo professor Cesar Tischer, do Departamento de Bioquímica e Biotecnologia, do Centro de Ciências Exatas da universidade paranaense.

 

Membranas são capazes de fazer constituições de pele e cartilagem

A membrana é um tipo de plástico biodegradável que serve como estrutura primária para a recuperação de células.

Com o auxílio de uma impressora 3D, imprime-se um modelo de osso tridimensional, que é recoberto pela membrana. Com o passar do tempo, as células são capazes de se proliferar no formato previsto.

“Esse material tem alta biocompatibilidade para a proliferação celular, responsável pela formação de tecidos. Sabemos produzir o material estruturante [orelha, por exemplo], sabemos incorporar o biopolímero [nanocelulose] e conhecemos a biocompatibilidade desses materiais e sua capacidade de formação de novas células”, afirmou Cesar Tischer à Agência UEL, veículo de comunicação da universidade.

Até agora foram realizados testes em ratos de laboratório. Em breve a pesquisa será estendida aos mamíferos mais próximos aos seres humanos.

De acordo com os pesquisadores, a tendência é que, a longo prazo, essa tecnologia seja capaz de recuperar órgãos vitais complexos, como coração, fígado e rins. Esse seria um grande passo para a medicina reconstrutiva e aumentaria o tempo de vida de diversas pessoas.

A tecnologia também pode ser replicada na indústria de cosméticos para reduzir rugas e criar uma intensa reconstrução da pele humana. “Temos muito a oferecer com esses estudos. A gente usa a biocompatibilidade para chegar a muitos produtos”, adicionou Cesar.

 

FOTO: DIVULGAÇÃO